quinta-feira, 29 de maio de 2014

O que é o amor?

"Um dia me fizeram essa pergunta, e eu não soube responder. Mas depois de muito
pensar cheguei a uma conclusão."

O amor é poder sentir a paz que há tempos buscava, olhar nos olhos dele e ver na minha frente tudo o que eu sempre quis, é conhecê-lo tão bem, ao ponto de você saber o que ele esta sentindo sem precisar que ele diga. É confiar e se sentir a vontade pra contar tudo.

É querer esta perto, sofre só de pensar em um dia perde-lo, é não ter medode se entregar, ter
coragem para enfrentar as dificuldades, rir juntos na cara do perigo, deixarpara trás tudo o que for preciso pelo outro, é não ter medo de ser eu mesma.

É marcar encontro todos os dias, mesmo sem motivos aparentes, é sentar no banco da praça e fazer daquele lugar uma lembrança de nós dois, é conversar por horas e horas nesse mesmo banco e nem sentir as horas passarem, sentir saudades já no primeiro segundo em que estamos longe, é lembrar a todo o momento, os gestos e tudo o que foi dito e se sentir leve.

É olhar pro relógio a cada segundo, sentindo que as horas já não passam mexer e remexer no celular, rezando para que chegue logo meia-noite, só pra ligar e ouvir a voz dele, mesmo sabendo que no outro dia ficaremos incomunicáveis até a hora em que nos veremos outra vez, é ficar com o dedo no botão desde as 23:30 e sentir a maior felicidade ao ouvi-lo dizer : “alô!”.
É falar besteiras ao telefone só pra ter a sensação de que ele esta perto. É inventar e reinventar
assuntos e quando eles acabarem perguntar: “Você ta ai?”. É ficar com o coração
apertado ao ter que perguntar: “Amor vai cair, você vai me ligar?” e ficar
feliz novamente ao poder falar mais uma vez: “Oi amor.”.
É estender a conversa por mais alguns preciosos minutos, sem muitas vezes nem poder dizer tchau, boa noite, sonhe comigo. E ainda assim ficar muito satisfeita e beijar loucamente o
celular, como se o beijasse.
É agarrar e cheirar a
blusa dele e finalmente poder dormir, com a sensação de que o dia valeu à pena.
É dormir, sonhar e acordar pensando nele.
É brigar por bobagens
só pra ter o prazer da reconciliação, é encontrar nas nossas diferenças o
equilíbrio, é sentir e provocar ciúmes, só para ter a sensação de que somos um
do outro.
É ficar com raiva e esquecer essa raiva apenas com um sorriso dele, é querer morar no abraço do
outro, é sempre encontrar nos erros dele um motivo qualquer da razão da minha
culpa. É dormir de conchinha, e não querer que a noite acabe.
É tê-lo como amigo,
como amante, como irmão. E acima de tudo, é ter que abrir mão de tudo isso, em
troca da liberdade do outro ao sentir que ele já não se sente tão bem ao meu
lado.
É chorar a noite toda e
passar o dia inteiro ardendo em febre. É confortá-lo no momento em que eu
precisava de conforto. É ter que sorrir e fingir que estou bem na frente dele,
só pra não vê-lo mal. É num instante de mágoa devolver a blusa dele e depois
morrendo de arrependimento, sem conseguir dormir, querê-la de volta.
É passar por cima do
orgulho, das dores, das magoas, para manter uma amizade. É tentar esquecer e
não conseguir ser feliz em outros braços, é ouvir uma música e lembrar-se de
nós, é prometer que não vai ligar e inventar sempre desculpas para entrar em
contato com ele é saber que ele não vai ligar e mesmo assim só conseguir dormir
depois da meia-noite.
É morrer de ciúmes e ao
mesmo tempo, querer que ele seja feliz. É lutar e depois aceitar que acabou, é
fechar os olhos pra não ver o pôr do sol e tentar fazer esse amor dentro de
mim.
Enfim, o amor é a
aceleração do coração, é o tremor do corpo, é a boca seca, a respiração
ofegante, a falta das palavras, é tentar e não conseguir desviar o olhar.
O amor é a maturidade
pra dizer eu te amo e a certeza pra poder dizer ao mundo: É ele!
Pra mim, o amor é isso.

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